O que é OpenClaw e por que todo mundo está falando disso

Pesquisando openclawn, o que aparece de forma consistente na documentação oficial e no repositório é OpenClaw, um projeto de código aberto pensado como um gateway auto-hospedado para agentes de IA que vivem por trás de aplicativos de mensagem e de uma interface web de controle. Ele conversa com superfícies como WhatsApp, Telegram, Discord, iMessage e outras, mas o detalhe realmente importante vem logo depois: não se trata de um bot isolado preso a um canal. O OpenClaw foi desenhado para ser o ponto central que recebe mensagens, mantém sessões, aciona ferramentas, organiza contexto e devolve respostas com um nível de continuidade que lembra muito mais um sistema operacional para agentes do que um simples assistente de chat.

tudo que o openclawn faz

Essa diferença parece pequena quando a gente lê rápido, mas muda completamente a forma de enxergar o projeto. Tem muita ferramenta de IA por aí que basicamente pega um prompt, chama um modelo e responde. O OpenClaw entra em outra conversa. Ele assume que a vida real do usuário já acontece em canais dispersos, que uma parte do trabalho está no celular, outra no navegador, outra em arquivos locais, e que o agente precisa existir nesse emaranhado sem parecer um turista perdido. Quando você entende isso, o resto da arquitetura começa a fazer sentido.

O coração da coisa não é o modelo

O centro técnico do OpenClaw é o Gateway. A documentação descreve esse processo de longa duração como a fonte única de verdade para sessões, roteamento e conexões com canais. Em termos práticos, ele fica vivo, segura as superfícies de mensagem, expõe uma API via WebSocket e concentra o fluxo inteiro da operação. O modelo de linguagem, por mais poderoso que seja, entra como um componente de execução dentro de uma máquina maior. Isso é interessante porque inverte um vício comum do mercado, aquela ideia de que tudo gira em torno do modelo. Aqui, o modelo importa muito, só que ele não manda na arquitetura. Quem manda é a camada que organiza estado, confiança, persistência e entrega.

O desenho fica ainda mais elegante quando a documentação mostra como clientes e nós se conectam ao mesmo servidor WebSocket. A interface web, a linha de comando, apps auxiliares e nós móveis entram na mesma malha, mas com papéis diferentes. Um cliente operador usa chamadas de controle, um nó anuncia capacidades de dispositivo, como câmera, tela, localização ou canvas. No fim, a mágica não está em um prompt esperto. Está em ter um barramento de eventos e comandos razoavelmente bem definido, com handshake obrigatório, autenticação por token quando configurada, validação de frames e um protocolo que precisa ser obedecido desde a primeira mensagem. Isso dá ao sistema uma espinha dorsal de software de infraestrutura, não de brinquedo experimental.

O loop do agente é onde o OpenClaw deixa de ser simpático e vira sério

A documentação do Agent Loop é um dos pontos mais reveladores do projeto. Ali fica claro que uma execução real passa por intake, montagem de contexto, inferência, chamadas de ferramenta, streaming parcial de resposta e persistência. O detalhe que mais chama atenção é a serialização por sessão. O OpenClaw organiza filas por sessão e, opcionalmente, uma fila global, justamente para evitar corridas entre ferramentas e para manter o histórico consistente. Parece uma preocupação banal até você imaginar um agente que recebe mensagens novas enquanto ainda está abrindo navegador, lendo arquivo, escrevendo no workspace e respondendo em bloco no Telegram. Sem esse cuidado, a experiência degrada rápido e o sistema vira uma bagunça difícil de debugar.

Tem mais um ponto bonito aí, e ele é menos óbvio. O OpenClaw não trata a conversa como um texto contínuo e amorfo. Ele trata a sessão como unidade operacional. Isso permite, por exemplo, injetar novas mensagens numa execução em andamento quando o modo de fila está em steer, segurar mensagens para depois quando o modo pede followup, ou interromper a continuação de uma rodada de ferramentas se o usuário mudou o rumo da conversa no meio do caminho. Esse tipo de controle parece detalhe de implementação, mas na prática é o que separa um agente tolerável de um agente que continua respondendo ao mundo errado por mais vinte segundos enquanto o usuário já mudou completamente de assunto.

A memória tem endereço, arquivo e consequência

Muita gente fala em problema de memória em agentes de IA considerando o contexto de RAG ou ainda prompts longos. No OpenClaw, memória é mais terrena. Ela vive em Markdown dentro do workspace. Existe um diário diário em memory com arquivos datados, existe um MEMORY.md para fatos mais duráveis, e o modelo só se beneficia do que realmente foi escrito em disco. Isso é quase refrescante. Em vez de vender uma mística de lembrança orgânica, o projeto assume uma postura mais honesta: lembrar é persistir. Se algo importa de verdade, tem que virar arquivo.

Essa decisão tem implicações técnicas muito boas. Primeiro, ela torna a memória auditável. Você consegue abrir o arquivo, entender o que foi salvo, corrigir, apagar, versionar, fazer backup. Segundo, ela diminui a sensação de caixa preta, porque o histórico útil deixa rastros que um humano consegue inspecionar sem adivinhar o que o modelo supostamente carregou de um turno para outro. Terceiro, isso conversa muito bem com a filosofia local first do projeto. A memória deixa de ser um poder nebuloso do provedor do modelo e passa a ser parte do ambiente do usuário. Para quem trabalha sério com automação pessoal, isso não é detalhe estético. É controle operacional.

O OpenClaw ainda empurra essa ideia um passo adiante com busca semântica de memória e com um lembrete silencioso de flush antes de compactar contexto. Quando a janela está perto do limite, o sistema pode disparar uma rodada interna lembrando o agente de gravar informações duráveis antes que a conversa seja resumida. É uma solução que beira o óbvio depois que você lê, mas justamente por isso é boa. A maioria dos projetos só fala de compressão de contexto. Aqui existe uma ponte prática entre contexto efêmero e memória estável. O agente não apenas resume. Ele decide o que merece continuar existindo.

Contexto não é só histórico empilhado

Um dos pedaços mais sofisticados do OpenClaw é o Context Engine. A documentação explica que essa camada controla como o sistema monta o contexto para cada execução, decide quais mensagens entram, como resumir histórico antigo e como lidar com fronteiras entre subagentes. O motor padrão, chamado legacy, preserva o comportamento original, mas a plataforma também aceita motores alternativos via plugin. Isso abre um espaço técnico muito interessante, porque desloca a discussão de contexto do campo do improviso para o campo da engenharia extensível.

Em outras palavras, o OpenClaw admite que montar contexto é um problema por si só. Não é só empilhar as últimas N mensagens e torcer para caber no orçamento de tokens. O ciclo formal passa por ingestão, montagem, compactação e pós turno. Um plugin pode manter índice próprio, devolver mensagens em ordem otimizada, acrescentar instruções dinâmicas ao system prompt e até assumir a responsabilidade pela própria compactação. Isso é valioso porque a qualidade de um agente quase sempre morre ou floresce nessa camada. O modelo pode ser excelente, mas, se o contexto chega torto, ele pensa torto com muita confiança.

Workspace, bootstrap e a personalidade que vira infraestrutura

Tem um aspecto do OpenClaw que parece quase literário à primeira vista, mas é profundamente técnico. O runtime injeta arquivos como AGENTS.md, SOUL.md, TOOLS.md, BOOTSTRAP.md, IDENTITY.md e USER.md no início de uma nova sessão. Dá vontade de ler isso como uma excentricidade charmosa do projeto, e em parte é mesmo. Só que, olhando com calma, dá para perceber a sacada: em vez de esconder instruções importantes em prompts opacos espalhados em código ou em dashboards difíceis de versionar, o projeto externaliza parte da identidade operacional do agente em arquivos legíveis e editáveis pelo usuário.

Esse modelo aproxima configuração, contexto e cultura de uso. O usuário não precisa apenas ajustar um campo perdido em JSON para mudar o comportamento do agente. Ele pode editar documentos do workspace que funcionam como memória operacional, tom de voz, convenções de ferramenta e perfil do usuário. Isso cria uma sensação muito particular de coautoria com o sistema. E, do ponto de vista de engenharia, ajuda a manter comportamento, contexto e personalização num formato simples de transportar, clonar, revisar e recuperar. Tem um cheiro de Unix moderno nisso, como se o agente fosse menos um produto fechado e mais um ambiente vivo.

Skills, precedência e a arte de não virar uma gaveta caótica

Outro ponto em que o OpenClaw se mostra mais maduro do que muita demo bonita é o tratamento de skills. Elas podem vir empacotadas com a instalação, morar em uma pasta local gerenciada pelo usuário ou existir dentro do workspace de um agente específico. Quando há conflito de nome, a precedência favorece o workspace, depois o diretório local, depois o que veio empacotado. Isso parece uma regra simples, mas é exatamente o tipo de regra que evita caos quando o projeto cresce, as automações se multiplicam e cada agente começa a ganhar ferramentas e integrações próprias.

O bonito desse arranjo é que ele respeita dois mundos ao mesmo tempo. Há um mundo compartilhado, em que faz sentido ter skills comuns visíveis para vários agentes na mesma máquina. E há um mundo local, quase artesanal, em que um agente específico precisa de um comportamento próprio, de uma automação adaptada ao seu contexto ou de um ajuste que você não quer espalhar pelo resto do sistema. A precedência por workspace resolve isso de forma limpa. Você customiza perto do problema, sem desmontar o que já funciona no restante da instalação.

Multiagente sem mística e sem fumaça

Quando o assunto vira multiagente, muita gente cai naquela fantasia meio nebulosa de inteligências conversando entre si num teatro de abstrações. O OpenClaw trata o tema com uma sobriedade que eu acho saudável. O roteamento multiagente é amarrado a agentes com workspaces próprios, modelos próprios e bindings explícitos por canal, conta ou peer. Você pode direcionar o WhatsApp para um agente mais ágil, o Telegram para um agente mais caro e profundo, e ainda reservar um contato específico para outro perfil de execução. O que faz isso funcionar não é um discurso grandioso sobre colaboração cognitiva. É isolamento de sessão, regras claras de binding e persistência estável.

Isso é bom porque mantém os pés no chão. Em vez de romantizar subagentes, o sistema trata cada trilha como uma unidade de trabalho com contexto e workspace próprios. A consequência é prática: menos contaminação cruzada, menos confusão de intenção e mais liberdade para usar modelos diferentes conforme o tipo de tarefa. Em um mundo ideal, toda arquitetura de agentes falaria assim, com menos poesia de palco e mais responsabilidade na forma de separar estados.

O brilho técnico fica mais interessante quando encontra risco de verdade

Talvez a parte mais adulta da documentação esteja na segurança. O OpenClaw deixa isso bem explícito: o projeto assume um modelo de assistente pessoal, dentro de uma fronteira de confiança de operador único. Ele não se apresenta como barreira hostil multi-tenant para usuários adversariais compartilhando o mesmo gateway. Essa honestidade vale ouro. Tem software que parece mais seguro justamente porque fala menos claramente sobre onde a confiança termina. Aqui acontece o contrário. O projeto desenha a fronteira e, com isso, ajuda o operador a não fantasiar garantias que o sistema não promete.

A proteção em DMs por padrão via pairing também mostra essa cabeça mais pragmática. Remetentes desconhecidos recebem um código curto, o bot ignora a mensagem até aprovação, e o operador pode endurecer ainda mais com allowlists ou abrir tudo conscientemente se quiser correr o risco. O texto de segurança insiste em algo que muita gente prefere esquecer: prompt injection continua sem solução definitiva. O que funciona de verdade são controles duros, como política de ferramentas, sandbox, controle de canais, perfis de acesso e limitação da superfície de entrada. É uma visão menos romântica e muito mais útil.

Sandboxing sem vender conto de fadas

A documentação de sandboxing é outro ótimo sinal de maturidade. O OpenClaw pode isolar execução de ferramentas em backends como Docker, SSH ou OpenShell, mantendo o Gateway no host e empurrando o trabalho sensível para ambientes mais contidos. O próprio texto oficial evita triunfalismo e diz algo importante: isso não é uma fronteira perfeita de segurança, mas reduz materialmente o raio de dano quando o modelo faz algo estúpido. Eu gosto muito dessa frase, ou melhor, dessa postura. Ela é mais útil do que qualquer promessa grandiosa.

O sistema permite escolher se o sandbox vale para todas as sessões, só para sessões não principais, ou se fica desligado. Permite também decidir o escopo, por sessão, por agente ou compartilhado. Em teoria, isso parece apenas um conjunto de chaves de configuração. Na prática, é a diferença entre usar o OpenClaw como um assistente íntimo, quase doméstico, e usá-lo como uma plataforma de automação onde certos contextos precisam de luvas grossas. Há ainda a distinção muito boa entre um sandbox remoto que passa a ser o workspace canônico e um modo espelho em que o ambiente local continua sendo a referência. Esse tipo de escolha é o que torna a ferramenta interessante para gente realmente técnica, porque o sistema não obriga um único jeito de pensar a execução.

No fim, o que torna o OpenClaw tecnicamente interessante

O ponto mais sedutor do OpenClaw não é um recurso isolado. Não é o WhatsApp, não é o canvas, não é a memória em Markdown, não é a possibilidade de plugar engines de contexto. O que realmente chama atenção é a composição dessas peças. O projeto junta gateway persistente, protocolo de controle, sessões tratadas com seriedade, contexto extensível, memória auditável, roteamento multiagente, skills com precedência bem definida e uma documentação de segurança que não tenta posar de invencível. Quando tudo isso encosta em canais reais de comunicação, o resultado deixa de parecer um experimento de laboratório e começa a parecer infraestrutura pessoal programável.

Talvez essa seja a melhor forma de resumir o projeto. O OpenClaw é interessante porque pega uma ideia que geralmente aparece cheia de fumaça, um agente pessoal sempre disponível, e a empurra para o terreno mais difícil, que é o da implementação sustentada. Estado, sessão, token budget, persistência, superfície de ataque, sincronização, escopo de execução, precedência de extensão. É aí que projetos promissores costumam perder o brilho. O OpenClaw, pelo menos no que a documentação revela hoje, parece ter entendido que esse é justamente o lugar onde o brilho precisa começar.

Como a IA está mudando as empresas de hospedagens de sites

1) Chatbots/“virtual assistants” no atendimento de suporte

  • Hostinger (Kodee): assistente de IA que atende no chat, resolve milhares de solicitações por dia e responde em ~20s; também opera em >50 idiomas. A empresa diz que o Kodee já resolve “cerca de 5,5 mil” chats diariamente.
    Além disso, a imprensa especializada relata que o Kodee está integrado ao hPanel e auxilia em >200 operações de servidor (ex.: firewall, troubleshooting de SSH, varredura de malware), reduzindo pela metade os casos que chegam a humanos no chat.
  • WP Engine (Virtual Assistant)]: lançou em 28 de julho de 2025 um “AI Support Technology” para conectar clientes rapidamente à base pública de conhecimento; é possível digitar “support” a qualquer momento para falar com um humano 24×7×365.
  • SiteGround (Instant AI HelpDesk): help desk alimentado por ChatGPT, treinado no conteúdo da própria empresa e com “engenharia de prompts” e avaliação manual para dar respostas específicas às dúvidas de clientes. O fluxo padrão começa pelo assistente e encaminha ao time se necessário.

2) Ajuda contextual dentro do painel (onboarding e autoatendimento)

  • Bluehost (WonderSuite / WonderHelp): o pacote de IA do construtor WordPress inclui o WonderHelp, que oferece “orientação assistida por IA” durante a configuração/uso, reduzindo a dependência de tickets simples.
  • DreamHost (Liftoff + Help Center com IA): o construtor “Liftoff” vem com Help Center com IA (KB, tours e chatbot dentro do painel do WordPress) para tirar dúvidas no contexto certo.

3) Suporte técnico automatizado e “copilots” para operações

  • Hostinger (Kodee): além de triagem, o Kodee guia o usuário por procedimentos técnicos (ex.: regras de firewall) e tarefas de VPS com segurança (não executa ações de alto risco sozinho).

4) Ferramentas para você oferecer suporte com IA aos seus próprios clientes

  • Namecheap publica guias passo a passo para criar chatbots no-code que respondem dúvidas 24/7, mostrando que muitos hosts estimulam clientes a embutir IA no atendimento do próprio site.
  • WP Engine fornece um AI Toolkit para implementar chatbots e busca inteligente (RAG) em sites WordPress.

5) Nem todo host usa bot no front do suporte

  • Kinsta explicita que não usa chatbots no suporte: “apenas engenheiros de verdade” atendem, como posicionamento de marca/qualidade.

6) Melhores provedores

Dentre os que oferecem serviço de IA e os que ainda tabalham com humanos, quais têm os melhores preços e custo-benefício? Essa lista tem uma boa curadoria: the best hosting servers around the world.


O que isso significa na prática

  • Tendência: IA fica na “porta de entrada” do suporte (triagem + base de conhecimento), com handoff rápido para humanos.
  • Benefícios reportados: queda no tempo de resposta e resolução de tickets simples/recorrentes dentro do chat.
  • Cuidados: mantenha opção clara de falar com humano e revise o treinamento do bot (conteúdo proprietário, guardrails para ações de risco).

É uma loucura que a substituição de humanos por serviços automatizados de inteligência artificial estejam sendo tão rápidos. Nos próximos 5 anos, o que restará?

O que é a Blaze e por que está fazendo sucesso?

blaze logo

O principal cassino online hoje Blaze Casino vem fazendo ondas na indústria do jogo já há algum tempo. O Blaze Casino tem tudo isso, desde uma seleção diversificada de jogos emocionantes até pagamentos incrivelmente rápidos que melhoram uma experiência geral satisfatória. Blaze Casino é um dos principais destinos de jogos online que oferece aos jogadores acesso a uma seleção de divertidos jogos de cassino em um ambiente seguro através de uma plataforma de ponta baseada na web.

A seleção de jogos no Blaze Casino utiliza as mais recentes inovações em jogos. Os jogadores podem escolher entre uma variedade de emocionantes caça-níqueis de vídeo, caça-níqueis progressivos, baccarat, blackjack e jogos de roleta, entre muitos outros tipos de jogos. Os jogadores também podem desfrutar de jogos especializados como Keno e raspadinhas, além dessas opções, começando gratuitamente com o código promocional blaze crash, para experimentar um dos jogos mais populares da Blaze, a “bola que sobe e explode” (Blaze Crash). O Blaze Casino adiciona regularmente novos jogos ao seu extenso portfólio, a fim de atrair jogadores de todos os níveis de habilidade, por isso há sempre algo novo a descobrir.

Junto com uma seleção fantástica de jogos, o Blaze Casino também se orgulha de possuir alguns dos tempos de pagamento mais rápidos do mercado. Em poucas horas após o envio de um pedido de saque, os créditos dos jogos começaram a aparecer nas contas dos usuários graças ao tempo de processamento de pagamento incrivelmente rápido. Além disso, uma seleção de opções seguras de pagamento é oferecida aos jogadores, tanto para depósitos quanto para saques. Como resultado, os jogadores podem facilmente gerenciar suas atividades bancárias e desfrutar de uma experiência sem complicações. No Blaze Casino, a segurança é da maior importância, por isso o site tomou inúmeras precauções para garantir que todos os dados sejam mantidos seguros e protegidos. A segurança dos jogadores é reforçada ainda mais pela tecnologia de criptografia adicional, permitindo que eles joguem seus jogos de cassino preferidos sem preocupações.

Acima de tudo, o Blaze Casino é um local fantástico para diversão e diversão. O Blaze Casino é o lugar perfeito para quem procura uma ação emocionante no cassino graças a seu sistema de processamento rápido de pagamentos, opções bancárias seguras e a ampla seleção de jogos.

Em 2022, por algum motivo ainda desconhecido, a Blaze se popularizou de forma exponencial. Provavelmente foi por conta de seus jogos inéditos e criativos, muitos em estágio Beta. Uma mistura de inovação com características únicas e atrativas coloca a Blaze hoje no topo da lista de plataformas online para jogos envolvendo dinheiro.

Obs: é importante fazer apenas jogo consciente, sem apostar quantias relevantes e sem se expor financeiramente. Pessoas com tendências a vício não devem experimentar.

O que são casas de câmbio?

casa de câmbio em porto alegre

As casas de câmbio são locais onde as pessoas podem ir para converter seu dinheiro em moeda estrangeira. Estes escritórios são normalmente encontrados em aeroportos, mas também podem ser encontrados em alguns bancos e outras instituições financeiras. As casas de câmbio geralmente têm uma grande variedade de moedas estrangeiras em mãos, de modo que podem oferecer a seus clientes uma boa seleção.

O processo de troca de moeda é normalmente bastante simples. Primeiro, o cliente diz ao caixa qual moeda ele precisa. Em seguida, o caixa verifica se eles têm essa moeda em estoque. Se eles tiverem, o caixa dará ao cliente a quantia apropriada de moeda estrangeira. Se eles não tiverem a moeda em estoque, o cliente pode ter que esperar que a moeda seja enviada de outro local.

A taxa de câmbio é o preço de uma moeda em termos de outra moeda. Por exemplo, a cotação do euro em relação ao real. As taxas de câmbio estão sempre mudando, portanto o caixa precisará saber a taxa de câmbio atual para dar ao cliente a quantidade correta de moeda estrangeira.

As casas de câmbio normalmente cobram uma taxa por seus serviços. Esta taxa pode variar dependendo da quantidade de moeda que está sendo trocada, da taxa de câmbio atual e das políticas do escritório em particular. Alguns escritórios também oferecem outros serviços, tais como fiação de dinheiro, que podem vir com taxas adicionais.

Ao trocar moeda, é importante estar ciente de quaisquer possíveis fraudes. Tem havido casos de pessoas sendo enganadas por casas de câmbio desonestas. Para evitar ser enganado, é importante usar apenas casas de câmbio respeitáveis. A verificação online das revisões pode ser uma boa maneira de descobrir sobre a reputação de um determinado escritório. Também é possível utilizar simuladores de câmbio online.

Em geral, as casas de câmbio podem ser uma forma conveniente de obter moeda estrangeira. Elas normalmente oferecem uma ampla seleção de moedas, e o processo de câmbio geralmente é bastante simples. Entretanto, é importante estar ciente do potencial de fraudes ao trocar moedas.

O comércio e o crescimento da Hinode

Especialmente nestes tempos em que a necessidade de transparência nas ações das empresas é mais do que urgente, é interessante que sejam repensadas as informações que são repassadas aos funcionários. Os empregados estão dentro da empresa vivenciando tudo que está acontecendo no mercado.

O artigo informa que o comércio tem o objetivo de adequar nosso efetivo e que para cada participante foi dado o tempo necessário para a passagem de serviço. Na prática, vimos algumas gerências se livrando rapidamente de parte do seu corpo técnico, aparentemente sem se preocupar com a falta de mão-de-obra para absorver as tarefas dos que estão se aposentando. Por isso que muitos trabalhadores estão indo para o ramo das vendas diretas e do marketing multinível, onde o resultado é muito mais rápido (que é triplo diamante hinode pode dizer isso melhor). Algumas gerências chegaram a brindar os seus colaboradores na reta final com a determinação de que dois meses após a adesão ao mercado estivessem fora dos quadros da empresa de qualquer maneira. Com o incentivo da mobilidade dos empregados entre unidades diferentes e o comércio, vemos que muitas gerências estão com o quadro de funcionários aquém de suas necessidades. Mas trabalhando na Hinode é diferente.

sobre a hinode

Então, mais uma prova de que nós empregados e demais profissionais da Hinode temos o nosso valor. Somos peça chave de toda esta máquina que move a Hinode.  Com isto a Companhia deveria valorizar seus empregados e colaboradores que trabalham de sol a sol honestamente, estudando, ralando, cooperando com o seu conhecimento técnico e experiências profissionais ao propagar os produtos da Hinode. Para se cadastrar com id hinode na página oficial de cadastro online da empresa, basta clicar nesse link acima.

Prezados, concordo com o político, não basta apenas investir em qualificação. Isso não é Gestão do Conhecimento. O desempenho de empresas em ambientes concorrenciais estão cada vez mais relacionado com a capacidade das empresas em produzir, armazenar e disseminar o conhecimento. Isso é intensificado quando o nosso conhecimento é direcionado para gestão de riscos e análise de falhas com o objetivo de evitar a ocorrência de novas falhas ou empresas de cosméticos e perfumes, aumento a confiabilidade e melhorando o sistema de vendas diretas. A falha é a melhor oportunidade de melhoria e aumento do conhecimento. O “politicamente correto” impede a geração de conhecimento e como disse os presidentes, nos “emburrece”, engessando o pensamento e as vendas dos cosméticos. Inclusive, muitas marcas testam seus produtos em animais, mas a Hinode não faz isso. Confira nessa matéria do Estadão.

Temos padrões demais e produtos de menos. Consultores nacionais e internacionais já recomendaram redução de 80% dos padrões, que ninguém lê e ninguém cumpre, sem sucesso. Os ganhos de 100% sobre as vendas dos produtos motivam os consultores independentes. O cosmético no Brasil engatinha porque os consultores pouco escrevem. Quase ninguém ousa, todos são politicamente corretos e mudos. Lições aprendidas referem-se a correções de erros, a mera culpa. Não temos memória técnica. Pouco vai restar do pessoal que vende perfumes, shakes emagrecedores, entre outros produtos da Hinode. Os mesmos problemas são rediscutidos a cada 10 anos, a solução foi perdida. Na regressão antropológica de 1995 foi incentivado o generalista, o cara que não sabe nada de tudo, e pula de galho em galho, sempre repassando as mesmas opiniões grupais. Encantamos o mundo com nossa tecnologia de cosméticos brasileiros. Hoje o perfume vai muito bem, com vendas cada vez maiores em volume e em valor agregado. Espero que todos os consultores tenham a mesma visão de fazer a empresa crescer e ganhar corpo. O sistema de marketing multinível da Hinode realmente deu o que falar, tem gente até dizendo que é pirâmide financeira, mas acredito que não passa de uma análise equivocada sobre o sistema comercial da marca, como definido pela Procergs em 2011.

Conheça o curso Cegonha Importadora e pague menos na alfândega

importarA alfândega brasileira tem taxado muito os produtos importados do exterior.

Gostaria de saber se os produtos inseridos neste país tem algum tratamento por parte de algum órgão da empresa. Senão é mais uma área de desabafo, como fazemos na Pesquisa de Ambiência. Concordo plenamente que a transferência de conhecimento sobre importação não se passa em tão pouco tempo. Falta a valorização dos empregados que tem o conhecimento. Muitas vezes esses eles são colocados de escanteio, por estarem na reta final na vida profissional. A taxas são altas e o drop shipping fica dificultado.

Foi grande o reconhecimento, mas gostaria de fazer um comentário.
Para mim o curso cegonha importadora não é conflitante com a gestão do conhecimento. Embora vendo planos de envios de produtos (camisas, calçados, eletrônicos, etc.) atrelados ao endereço de entrega aqui no Brasil pelos nossos técnicos, esses mesmos técnicos – muitos deles brilhantes consultores – teriam muito mais a contribuir com a empresa e as novas gerações permanecendo em serviço. Claro que têm o direito de se aposentar a qualquer momento, mas incentivá-los a fazê-lo é um contra-senso, na minha opinião. Importar do exterior é uma ótima saída, é uma atividade que deve ser demanda deles o tempo todo, fazer formalmente parte de suas atividades e todos os detalhes que um curso de importação precisa. Como consultora, a criadora do curso se sentiria frustrada se meu gerente dissesse que precisa de mim por mais seis meses ou um ano para capacitar os mais novos e depois eu me torno dispensável.

Acredito que ações com forte potencial de aquisição de conhecimentos ao adquirir o curso de Heloise Miotto, ainda precisam ser consideradas e implementadas, como por exemplo, a generalização de acesso ao produto importado, por todos de todas as áreas, notadamente em razão das contratações mais recentes, que incluíram, na tentativa de enviar por correio sem ser taxado, profissionais com larga experiência que anseiam por aplicar seus conhecimentos, muitas vezes em áreas distintas daquela que atuam, até como forma de manterem esse conhecimento ativo no curso. Também requerem certa atenção à dificuldade de se conhecer as demandas em geral, bem como, localizar caminhos para encaminhamento de potenciais produtos. A criadora do curso é especialista em importação de enxovais para bebês, mas isso não significa que o curso ficará restrito ao nicho de importação infantil.
Estou convicto que o conhecimento adquirido atualmente represente apenas a ponta do iceberg, do potencial adormecido em razão da setorização de tudo que pode ser aplicado.

Apesar de diversas medidas para uma boa gestão durante o curso, medidas como redução de normas e legislações sobre importação e estímulo ao seu desuso, vão contra o bom trabalho e resultados do processo. Com relação ao curso cegonha importadora, creio que os resultados serão ótimos, ganhando muito com a saída de custos altos e impostos, o processo deve ser de longo prazo para ocorrer transferência de produtos da China, dos Eua, do Paraguai, do Peru, enfim, proponho que fosse criada uma comissão julgadora para aprovação de trabalhos que suportem os importados (repositórios), tais como manuais técnicos, manuais de gestão, especificações técnicas, livros sobre técnica e carreira, livros sobre erros e acertos na gestão, apostilas de cursos, palestras, relógios, vestuário, celulares, computadores, que ranqueados terão um prêmio financeiro atrativo.

Achei muito boa a matéria e a notícia do curso ser lançado. Me surgiu uma dúvida: uma vez que seja começado este projeto em várias localidades do Brasil, quais das atuais aulas estão localizadas em regiões onde é viável o armazenamento de informações para usar depois?

Tecnicamente falando, todos os cursos de importação são viáveis para o aprender como importar, basta capturar o conteúdo e transportá-lo para o cérebro. Entretanto, em termos econômicos a questão muda de figura, pois quanto mais caro for o curso, maiores serão os custos e mais vai demorar para o lucro com as importações aparecer. O nome “cegonha” surgiu justamente desse nicho infantil.